domingo, 25 de abril de 2010
Abrossauro
O Abrossauro ( do grego "lagarto delicado" ) é um gênero de dinossauro saurópodo do Período Jurássico que viveu na Ásia, um de muitos dinossauros encontrados na Pedreira de Dashanpu na Província Sichuan da China. Como a maior parte de saurópodes, o Abrossauro foi um herbívoro quadrúpede mas foi bastante pequeno para um saurópode, não muito mais de 30 pés (9 metros de comprimento). A sua cabeça foi quadrada e excedido com um alto arco ósseo que contém as narinas.
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sábado, 10 de abril de 2010
O Sistema Solar
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A Nossa Estrela - O SOL
Já foram catalogados mais de 3 mil asteróides, sendo que diversos deles ainda não possuem dados orbitais calculados; provavelmente existem ainda milhares de outros asteróides a serem descobertos. Estima-se que mais de 400 mil possuam diâmetro superior a 1 quilômetro.
Alguns asteróides, no entanto, descrevem órbitas muito excêntricas, aproximando-se periodicamente dos planetas Terra, Vênus e, provavelmente, Mercúrio. Os que podem chegar perto da Terra são chamados EGA (earth-grazers, ou earth-grazing asteroids). Um deles é o famoso Eros, que se pode observar na figura ao lado.
Um satélite natural, lua ou planeta secundário é um astro que circula em torno de um planeta principal, isto é, não órbita em torno de uma estrela. Por exemplo, a Lua é um satélite da Terra.
A Constituição do Sistema Solar
No nosso Sistema Solar, existe:
- Uma estrela, o Sol.
- Cometas
- Asteróides
- Satélites naturais
- Planetas principais
- Planetas anões
O Sistema Solar é constituído por oito planetas principais:
Existem ainda planetas secundários, ou luas, conhecidos ainda como Satélites Naturais.
A Nossa Estrela - O SOL
É a única estrela do Sistema Solar.
Encontra-se a 150 milhões quilômetros (km) da Terra.
Tal como o Sistema Solar, tem aproximadamente 5 mil milhões de anos e tudo indica estar na meia-idade.
É uma estrela de média dimensão.
Comparativamente à Terra, o seu diâmetro é aproximadamente 109 vezes maior.
É constituído por gás, na sua maioria hidrogênio ionizado.
O Sol liberta um conjunto de radiação e partículas carregadas que são ejetadas e se propagam pelo Sistema Solar a que se dá o nome de vento solar.
A gravidade existente origina, no seu núcleo, uma enorme pressão (milhares de milhões de vezes a pressão atmosférica terrestre) e uma temperatura de 16 milhões de graus, o que lhe permite manter a reação de fusão nuclear que, por sua vez, liberta energia suficiente para impedir o seu colapso gravitacional. A energia libertada corresponde à explosão de 100 mil milhões de toneladas de TNT por segundo.
No núcleo produz-se energia, a temperatura atinge 8 milhões de graus e baixa até aos 7000 ºC na superfície.
Na superfície do Sol (fotosfera) a radiação solar liberta-se para o espaço.
Encontramos, na fotosfera, zonas escuras denominadas manchas solares.
Por cima da fotosfera existe uma faixa avermelhada que é envolta pela coroa solar.
A coroa só é visível durante um eclipse e atinge normalmente um milhão de graus.
O Sol tem períodos de maior atividade, onde surgem manchas e erupções na fotosfera com maior intensidade. Existe um ciclo de 11 anos.
As erupções mais violentas libertam energia equivalente a milhões de bombas nucleares e podem interferir com os satélites e perturbar as telecomunicações.
Os Cometas
Um cometa é o corpo menor do sistema solar, semelhante a um asteróide, mas composto principalmente por gelo.
No nosso sistema solar, as órbitas dos cometas estendem-se para lá da órbita de Plutão.
Entre os primitivos e silvícolas inspiravam superstições e temores, associados a anjos, demônios ou entidades espirituais providas de poder sobre os povos.
A constituição básica de um cometa aparentemente é um núcleo de dimensões relativamente pequenas que em princípio mostra estar envolto por uma névoa brilhante e uma coma, ou cabeleira, cuja forma é aparentemente esférica.
À medida que se aproxima do Sol, o seu brilho vai aumentando progressivamente; normalmente começa por aparecer uma cauda que pode chegar a alcançar até centenas de milhares de quilômetros de extensão.
Os Asteróides
Um asteróide é um corpo menor do sistema solar, geralmente da ordem de algumas centenas de quilômetros apenas. É também chamado de planetóide. O termo "asteróide" deriva do grego "astér", estrela, e "óide", sufixo que denota semelhança.
Já foram catalogados mais de 3 mil asteróides, sendo que diversos deles ainda não possuem dados orbitais calculados; provavelmente existem ainda milhares de outros asteróides a serem descobertos. Estima-se que mais de 400 mil possuam diâmetro superior a 1 quilômetro.
Ceres era considerado o maior asteróide conhecido, possuindo diâmetro de aproximadamente 1000km, mas desde 24 de Agosto de 2006 passou a ser considerado um planeta anão. Possui brilho variável, o que é explicado pela sua forma irregular, que reflete como um espelho a luz do Sol em diversas direções.
Os asteróides estão concentrados numa órbita cuja distância média do Sol é em torno de 2,17 a 3,3 unidades astronômicas, entre as órbitas de Marte e Júpiter. Esta região é conhecida como Cintura de Asteróides. No entanto, dentro desta cintura há diversas faixas que estão praticamente vazias (são as chamadas Lacunas de Kirkwood), que correspondem a zonas de ressonância onde a atração gravitacional de Júpiter impede a permanência de qualquer corpo celeste.Alguns asteróides, no entanto, descrevem órbitas muito excêntricas, aproximando-se periodicamente dos planetas Terra, Vênus e, provavelmente, Mercúrio. Os que podem chegar perto da Terra são chamados EGA (earth-grazers, ou earth-grazing asteroids). Um deles é o famoso Eros, que se pode observar na figura ao lado.
Os Satélites Naturais
Porém, algumas luas são maiores que alguns planetas principais, como Ganímedes e Titã, satélites de Júpiter e Saturno, respectivamente, que são maiores que Mercúrio. Assim sendo estes satélites, se girassem em volta do Sol, seriam considerados planetas principais. Apesar disso, existem outros satélites que são muito menores e têm menos de 5 km de diâmetro, como várias luas do planeta Júpiter.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Abrictossauro
Abrictossauro, literalmente "lagarto vigilante", é um pequeno dinossauro bípede carnívoro ou onívoro que viveu em África durante o período Jurássico. Atingia 1,2 metros de comprimento e pesava 45 quilos.
Só foram encontrados dois fósseis deste dinossauro preservados em dunas e em terrenos semi-áridos com alguma precipitação.
Descrição
Os cientistas reconheceram o Abrictossauro pelos fragmentos de crânio. Alguns deles acreditam que o abrictossauro era na verdade uma fêmea de heterodontossauro por ter os dentes similares a ele.Heterodontossauros eram pequenos e bem conhecidos pelos seus caninos grandes tipo presas (chamados de caniniformes) em ambas as mandíbulas.
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Abelissauro
O abelissauro (Abelisaurus comahuensis), foi uma espécie de dinossauro carnívoro e bípede que viveu durante o período Cretáceo, há cerca de 74 milhões de anos.O seu nome significa Réptil de Abel em homenagem a Roberto Abel, diretor do Museu Argentino de Ciências Naturais. Media cerca de 2 metros de altura, 7 metros de comprimento e pesava cerca de 1,4 toneladas.
Localização
Foi, em seu tempo, um dos maiores predadores da América do Sul.Este gênero de dinossauros foi identificada a partir de alguns fragmentos de ossos encontrados em 1985 na Argentina, e também foram encontrados fósseis dele no Brasil.Alimentação e Ataque
Com dentes menores que os de T.Rex, o Abelisaurus seguia as vítimas com cuidado para não ser visto , para depois atirar-se sobre elas.Quando detectava uma possível presa, este dinossauro corria em sua direção a grande velocidade sobre as poderosas patas traseiras, mantendo o equilíbrio graças a rígida cauda que exibia.Com as mandíbulas abertas e preparadas abocanhava com os dentes na presa e com o músculo arrancava um pedaço de carne.Assim como todos os outros dinossauros, eles se reproduziam por meio de ovos.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Aerosteon
Aerosteon riocoloradensis é uma espécie de dinossauro terópode tetanuro do Cretáceo que viveu onde é hoje a Argentina, cujos restos mortais foram encontrados em 1996, em Malargue, província de Mendoza.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Adamantisaurus
Adamantisaurus (A-da-MAN-ti-SAWR-us, "lagarto de Adamantina) é um gênero de dinossauros saurópodes titanossáurios do cretáceo superior que viveu no que é agora a América do Sul.
Seu nome refere-se à formação geológica na qual foi encontrado (Formação Adamantina). Trata-se de um dinossauro que viveu no Cretáceo Superior e pertence à família dos grandes dinossauros saurópodes titanossauros.
Site de Origem
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
África do Sul
A África do Sul, oficialmente República da África do Sul, é um país localizado no extremo sul da África, entre os oceanos Atlântico e Índico, com 2.798 quilômetros de litoral. É uma democracia parlamentar, limitado pela Namíbia, Botsuana e Zimbábue ao norte; Moçambique e Suazilândia a leste; e com o Lesoto, um enclave totalmente rodeado pelo território sul-africano.
Globalização
Introdução
O nome deste blog, como todos já devem ter percebido é Globazine. Esta palavra é a mistura do significado de música em duas línguas: Glazba, em croata; e zene, em húngaro; juntando tudo fica Glazbazene.
Graças a todo esse falatório de encurtamento das distâncias e globalização, foi decidido que o nome do blog fosse parecido com esta palavra. Daí veio Globazine.
Veja abaixo um texto feito por Eliene Percília sobre “O que é Globalização”:
É a interligação do mundo. No século XX, surgiram novas tecnologias, como a internet que permite a troca rápida de informações entre pessoas de todas as partes do planeta. O que acontece na globalização é a invasão de mercadorias, serviços, tecnologias, pessoas, etc., de várias partes do mundo em diversos lugares e vise e versa.
Esse processo atual de globalização nada mais é do que a mais recente fase da expansão capitalista. Tal expansão visa aumentar os mercados e, portanto, os lucros, que é o que de fato move os capitais, produtivos ou especulativos, na arena do mercado. As guerras que sempre foram de caráter bélico, na idade contemporânea é cada vez mais econômica e o campo de batalha é o mercado mundial, altamente globalizado. A invasão atual muitas vezes se dá instantaneamente, on-line, via redes mundiais de computadores.
Outra visão típica da globalização é a dos especulativos de curto prazo, conhecidos como smart money (dinheiro esperto) ou hot money (dinheiro quente), pois são extremamente esquivos e insaciáveis por lucratividade, se movimentam com grande rapidez em busca de mercados mais interessantes.
Os fluxos de capitais produtivos, também conhecidos como investimentos estrangeiros, cresceram significativamente após a Segunda Guerra Mundial. O seu crescimento é a face mais visível da globalização. A maioria dos países empenha-se cada vez mais em atrair investimentos produtivos, porque geram riquezas e estimulam o crescimento econômico.
Os principais agentes da globalização da produção são as grandes corporações multinacionais. Segundo dados apresentados no relatório da UNCTAD, em 1998 já havia cerca de 53 mil corporações transnacionais, com 450 mil filiais espalhadas pelo mundo.
Esse processo atual de globalização nada mais é do que a mais recente fase da expansão capitalista. Tal expansão visa aumentar os mercados e, portanto, os lucros, que é o que de fato move os capitais, produtivos ou especulativos, na arena do mercado. As guerras que sempre foram de caráter bélico, na idade contemporânea é cada vez mais econômica e o campo de batalha é o mercado mundial, altamente globalizado. A invasão atual muitas vezes se dá instantaneamente, on-line, via redes mundiais de computadores.
Outra visão típica da globalização é a dos especulativos de curto prazo, conhecidos como smart money (dinheiro esperto) ou hot money (dinheiro quente), pois são extremamente esquivos e insaciáveis por lucratividade, se movimentam com grande rapidez em busca de mercados mais interessantes.
Os fluxos de capitais produtivos, também conhecidos como investimentos estrangeiros, cresceram significativamente após a Segunda Guerra Mundial. O seu crescimento é a face mais visível da globalização. A maioria dos países empenha-se cada vez mais em atrair investimentos produtivos, porque geram riquezas e estimulam o crescimento econômico.
Os principais agentes da globalização da produção são as grandes corporações multinacionais. Segundo dados apresentados no relatório da UNCTAD, em 1998 já havia cerca de 53 mil corporações transnacionais, com 450 mil filiais espalhadas pelo mundo.
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