Bem, amigos do Globazine, vamos chegando para mais um post espetacular e, dessa vez, vamos copiar uma notícia importante sobre o Ebola.
No sexto post do blog, depois de sua volta, falaremos sobre o grande medo da década: A Epidemia do Ebola.
Este post vai ser um pouco diferente. Será uma simples reprodução de um texto do UOL.
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sábado, 1 de agosto de 2015
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Jaguariúna zera índice de mortalidade infantil
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-->Eder Gonçalves | De JaguariúnaRegional.net
A mortalidade infantil registrou taxa zero no ano de 2009, em Jaguariúna. O índice apresentado pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE) mede o número de óbitos de menores de um ano e mortes na infância. Rápido diagnóstico de gravidez e aumento de consultas durante o pré-natal colaboraram para obter o melhor resultado na Região Metropolitana de Campinas.
Com 643 nascimentos registrados no último ano, foi o único município da RMC sem registros de mortes com recém-nascidos e crianças. Em 2008, o número de mortes foi de 11,7 no grupo de mil nascidos vivos, a média dos últimos cinco anos é de 8,3.
O relatório da fundação ligada à Secretaria Estadual de Planejamento aponta que a mortalidade infantil cresceu em oito das 19 cidades da Região, porém a média do bloco melhorou em comparação com 2008. Recuou de 11,1 para 9,6, menor que o índice estadual, de 12,5.
O diagnóstico precoce da gravidez na rede municipal de saúde ajuda a explicar o bom desempenho, aponta a secretária de Saúde, Maria do Carmo de Oliveira Pelisão. “Com uma semana de atraso na menstruação, a mulher faz exame e recebe o resultado do teste de gravidez em 24 horas. Em 30 dias, no máximo, começa a fazer o pré-natal”. O procedimento começou a valer em 2009, antes disso o acompanhamento era iniciado, normalmente, no terceiro mês de gestação.
Todas as Unidades Básicas de Saúde jaguariunenses contam com ginecologista que faz, ao menos, oito consultas de pré-natal e três ultrassonografias nas futuras mães, possibilitando intervenções na gestação. “No atendimento médico é possível detectar qualquer doença na grávida e no feto e reduzir os riscos de mortalidade”, afirma a secretaria.
O Ministério da Saúde recomenda uma série de medidas para a redução da mortalidade infantil. A promoção da saúde é feita com o controle pré-natal das grávidas, aleitamento materno, seguimento do calendário vacinal, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento do bebê, encaminhamento para os serviços de saúde no caso do aparecimento de qualquer sinal de risco, nutrição, saneamento e habitação adequados.
PRÉ-NATAL
Durante as consultas realizadas durante o período de gestação, os médicos identificam os riscos de doenças. Nesta etapa já é feita a prevenção da mortalidade infantil, a partir de exames de sangue, para descobrir diabetes, sífilis e anemia, exames de urina, preventivo de câncer de colo do útero (papanicolau) e teste anti-HIV. Os médicos recomendam o início do pré-natal no primeiro trimestre, assim que as mães souberem da gravidez. No pré-natal, elas recebem informações sobre os cuidados para uma gestação saudável, como a importância de manter uma alimentação balanceada, praticar exercícios físicos e evitar o alcoolismo e o tabagismo.
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